Amor! -Oh, raro amor!
Porque tu não existes pra mim?
Se sou um simples acaso do descaso
Porém, isento de ambiguidade
Porque não me escolhestes para ser teu
Eu fico me perguntando, porque tu não vens...
Ao invés, pega uma faca e corta-me em mil pedaços
Dor! -Oh, continuo sofrer
Porque tu não sai pela primeira porta e vai embora!?
Se sou uma forte vítima para tu embirrar
Não faças mal ao meu pesar assim
Engula o teu sadismo supérfluo
Me deixe respirar por um longo tempo
Assim tu deixas de parasitar sobre mim
Vida! -Oh, redime existir
Fonte de toda erudição no firmamento
Coabitarás no meu último suspiro, eu sei...
Até se tornar vasta e ocioso para os olhos
Numa porção de livros descritos postumamente
E encerrarás pela final expanção deste universo
Preguiça! -Oh, desvairada apatia... sugestiva
... dá-me a fraqueza e o sono para continuar outro dia
Porque de ferro nós não somos e a prosa é grande
o cansaço chega e não há mais o que escrever...
-tbuff
(onomatopéia do escritor caindo morto na cama)
31 de jul. de 2008
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Um comentário:
Meus Parabéns Poetaa *-*
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